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Trump chama de “loucos lunáticos” os jornalistas que criticam seu governo

O presidente americano acusou os meios de comunicação de “mentiram e degradaram” sua figura para que seu governo seja mal visto

Trump: “Usam fontes inexistentes e escrevem histórias que são ficção total.” (Carlos Barria/Reuters)

Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rotulou nesta segunda-feira como “loucos lunáticos” os jornalistas críticos com sua presidência, imersa em um fechamento parcial do governo desde 22 de dezembro, e afirmou que os meios de comunicação do seu país usam “fontes inexistentes”.

 

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“Muitos (jornalistas) se transformaram em loucos lunáticos que renunciaram à VERDADE!”, escreveu Trump na sua conta no Twitter, depois de repassar os “sucessos” do seu governo.

“Com todo o êxito que o nosso país está tendo, incluindo os números de emprego recém-divulgados, que são fora de série, os meios de comunicação falsos e totalmente desonestos a meu respeito e da minha presidência nunca foram piores”, declarou o presidente americano.

Além disso, Trump assegurou que os meios de comunicação americanos “mentiram e degradaram” sua figura “com pleno conhecimento” para fazer com que o “tremendo êxito” de seu governo “seja visto tão mal quanto seja possível”.

“Usam fontes inexistentes e escrevem histórias que são ficção total. O nosso país está se saindo muito bem, mas este é um dia triste nos Estados Unidos!”, lamentou.

É habitual que Trump critique os meios de comunicação e os jornalistas e os acuse de mentir, mas até agora não tinha usado o termo “louco lunático” para referir-se aos profissionais de comunicação.

O governo está parcialmente fechado desde 22 de dezembro devido ao bloqueio na negociação entre republicanos e democratas no Congresso pela exigência de Trump que o projeto de orçamento inclua uma verba de mais de US$ 5,6 bilhões para financiar o muro fronteiriço.

A atitude inamovível de Trump com relação à construção do muro, que foi uma das suas principais promessas eleitorais, e a recusa contínua por parte dos democratas para pactuar sobre esta questão, levou o governo a estar parcialmente fechado 17 dias.

Esta situação fez com que alguns meios de comunicação classificassem o momento atual como o pior do governo americano desde a chegada de Trump à Casa Branca, uma opinião que não agradou o governante.

A paralisia administrativa afeta agências de dez departamentos do Executivo, incluindo Transporte e Justiça; assim como dezenas de parques nacionais, que costumam ser uma grande atração turística.

Além disso, prejudica 800.000 dos 2,1 milhões de funcionários federais, que não receberão seus salários enquanto o governo permanecer fechado. Fonte: Portal Exame

 

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Milei acusa Lula de corrupção e roubo

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O presidente da Argentina, Javier Milei, reafirmou neste domingo (2) suas acusações contra Luiz Inácio Lula da Silva, classificando-o como corrupto e ladrão, uma semana após suas declarações causarem um atrito diplomático entre as maiores economias da América do Sul.

Milei declarou em uma entrevista à emissora LN+ que Lula foi condenado por crimes de roubo e corrupção, tendo cumprido pena, o que justifica chamá-lo de preso. Ele ainda ressaltou que a soltura de Lula decorreu de um erro administrativo no processo, e não por inocência.

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Trump diz que EUA e Irã retomam negociações na segunda

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, conforme reportado pela Al Jazeera, que Washington está em diálogo com autoridades iranianas para discutir os termos das negociações bilaterais. Segundo a emissora, as conversações estão previstas para iniciar na noite de segunda-feira.

Até o momento, não houve nenhuma declaração por parte de Trump em sua conta na Truth Social.

Anteriormente, a agência estatal IRNA comunicou que as tratativas entre o Irã e Omã para criar um protocolo de navegação no Estreito de Ormuz estão na etapa final.

O propósito dessas negociações é desenvolver procedimentos para monitorar e coordenar o tráfego marítimo, assegurando a passagem segura dos navios pelo estreito.

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Famílias marroquinas ainda esperam por notícias dos familiares que tentaram chegar a Ceuta

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Na cidade marroquina de Castillejos, aproximadamente 30 pessoas permaneciam presas a uma cerca que bloqueia o acesso ao mar e à fronteira, ansiosas por informações sobre seus parentes que cruzaram ilegalmente para o território espanhol de Ceuta neste domingo (2).

Abdellatif, trabalhador rural oriundo de Moulay Bousselham, situado a cerca de 200 km de Castillejos, está angustiado pelo desaparecimento de seu irmão mais novo, de 17 anos, que na quinta-feira entrou no mar acompanhado de dois amigos para tentar alcançar Ceuta nadando.

Mais de 60 mil migrantes conseguiram entrar no enclave nos últimos dias, porém a maioria foi rapidamente devolvida a Castillejos, de onde são transportados de ônibus até suas cidades de origem.

As autoridades espanholas relatam pelo menos 72 mortes, enquanto a Associação Marroquina de Direitos Humanos (AMDH) estima cerca de 130 vítimas e várias pessoas desaparecidas.

Abdellatif relatou à AFP que dois amigos do irmão disseram na sexta-feira que partiram um dia antes, mas que ele sofreu uma lesão muscular ao nadar e acabou separado deles. O jovem de 27 anos se questiona se o irmão ainda está vivo, especialmente porque os dois companheiros retornaram.

Medo de voltar sem notícias

Ele teme retornar sem seu irmão e estranha o silêncio das autoridades. Abdellatif manifestou indignação com o governo por não alertar os jovens sobre os perigos da migração irregular, especialmente com a influência prejudicial das redes sociais.

O aumento do fluxo migratório ocorreu após boatos de que a fronteira estava aberta, alimentados por imagens de jovens celebrando a chegada a Ceuta.

Próximo à cerca, familiares mostram fotos em seus telefones para as pessoas que retornam do enclave espanhol. Uma mãe se tranquiliza ao ouvir que seu filho foi visto em Ceuta no sábado.

No entanto, Rachida Mamakh, de 48 anos, com os olhos vermelhos pelo choro, pergunta para cada pessoa se há alguma notícia de Zuhair, seu filho de 23 anos. Ele informou que havia deixado sua motocicleta em Castillejos e que chegou a Ceuta, mas desde então não atende mais o telefone.

Ela pede a Deus pela segurança do filho e clama às autoridades e ao rei Mohammed VI para que façam tudo o que for possível para trazer os jovens de volta. Zuhair terminou o ensino médio, está desempregado, aprendeu alemão em escola particular e, apesar da situação financeira da família ser razoável devido ao trabalho do pai como taxista, sonhava em ir para a Alemanha em busca de uma vida melhor.

Fadoua Allam, residente em Castillejos, passou por um momento terrível quando, ao voltar para casa na madrugada de sexta-feira após o trabalho, não encontrou seus dois filhos, uma menina de 13 e um menino de 8 anos.

Desesperada, ela tentou nadar em direção a Ceuta para procurá-los. A filha foi encontrada em um centro de acolhimento, mas o menino foi devolvido a Castillejos. Ela, exausta e incapaz de caminhar, passou a noite na casa de uma amiga no enclave.

Mohamed, encanador de 27 anos, está preocupado com o desaparecimento de dois primos de 18 e 22 anos. Na última comunicação, pediu que se entregassem às autoridades para repatriação, mas desde então não teve mais notícias.

Ele viajou à fronteira para tentar encontrá-los, não entendendo a decisão dos primos, já que suas famílias possuem terras agrícolas e vivem bem.

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