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Brasil

Fiuk encerra carreira solo e volta com banda Hori

O cantor Fiuk comunicou o término de sua carreira solo e o retorno à banda Hori, grupo que iniciou sua jornada musical nos anos 2000. O anúncio aconteceu na noite da sexta-feira, 18, durante um show para 67 pessoas em Campinas, interior de São Paulo. O evento ocorreu em uma casa de shows com capacidade para mil espectadores.

“A banda Hori está de volta! Aqui é onde eu pertenço, demorei a perceber, mas finalmente me sinto em casa. Agora sou o vocalista da banda Hori!”, afirmou Fiuk para o pequeno público presente.

No início deste mês, Fiuk revelou que pararia a carreira musical por tempo indefinido. Enfrentando uma fase difícil em sua vida pessoal e financeira, ele havia tentado retornar aos palcos após cerca de dez anos, mas optou por cancelar os shows previstos, mantendo apenas a apresentação em Campinas.

Em vídeo no Instagram, o artista declarou: “Tomei uma decisão importante, cancelei os shows marcados, mas escolhi manter um último show especial, que será o meu adeus como cantor por tempo indeterminado.”

Carreira musical de Fiuk

Fiuk iniciou sua relação com a música ainda adolescente, entre 13 e 15 anos, integrando a banda No Name, seu primeiro projeto, antes de assumir os vocais da Hori. A banda, formada por Xande Bispo (bateria), Cleiton Galvão (baixo), Max Klein (guitarra solo e vocais de apoio) e Renan Augusto (guitarra base e vocais de apoio), permaneceu ativa até 2011.

Com a Hori, Fiuk, filho do cantor Fábio Jr., ganhou destaque entre os jovens com músicas como “A Paz”, “Linda”, “Tão Linda”, “Só Você”, “Diga Que Me Quer”, “Segredo” e “Quando Você Voltar”. A banda também teve uma canção na trilha sonora da novela Malhação ID (2009 e 2010), com “Quem Eu Sou” no tema de abertura, período em que Fiuk também atuava na televisão.

Após o fim da Hori, o cantor seguiu carreira solo, lançando os álbuns Sou Eu (2011) e Vira-Lata (2013), além de singles como “Amor (Na Sua Versão Mais Pura)” e “Penso em Você”.

Em 2026, retornou com o EP M, Vol. 2, e passou a se apresentar com a Fiuk III, projeto que inclui membros da banda Hori. Essa foi uma tentativa de voltar aos palcos após quase uma década.

Após cancelar os demais shows, Fiuk mantém apenas a apresentação em Campinas como um encerramento dessa fase.

Desafios financeiros

A mudança na vida artística ocorre após Fiuk revelar dificuldades financeiras. Em agosto, comentou estar enfrentando um período complicado, precisando parcelar dívidas e impostos. “Estou passando pelo momento mais difícil da minha vida. Estou dividindo pagamentos e impostos”, afirmou o cantor.

Na mesma conversa com o portal Metrópoles, Fiuk falou sobre o distanciamento do pai, Fábio Jr., e da irmã, Cleo Pires. Ele declarou que não mantém contato com eles. “Hoje não temos mais relação. Dói dizer isso, mas fingir que está tudo bem dói mais ainda”, confessou.

Em outra publicação no Instagram, Fiuk contou que precisou vender um carro para pagar impostos de suas empresas em atraso. “Vendi o carro para quitar as dívidas fiscais que estavam pendentes. Foi doloroso, mas necessário”, explicou, mostrando os documentos.

Segundo ele, seus gastos mensais ficam entre quarenta e cinquenta mil reais.

Em entrevista com Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico, Fiuk afirmou que vive com fé e múltiplas ocupações: “Sou compositor, já tive música no topo das paradas, fui vocalista de banda de rock, autor de roteiros, e também presto serviços como vendedor de carros e baterista.”

Sobre sua principal fonte de renda, disse que vem da publicidade e da intermediação de vendas de veículos, ressaltando que a renda é instável. “Agora, ao fazer a intermediação de vendas, estou conseguindo crescer e consolidar melhor minhas finanças.”

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Brasil

Janja: vocês são resistência em Santa Catarina contra a extrema-direita

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Janja Lula da Silva, primeira-dama, afirmou que os apoiadores da esquerda em Santa Catarina representam a resistência diante do governo extremista. A fala ocorreu durante um evento com o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Florianópolis.

Ela destacou que os eleitores de esquerda vivem em um dos estados mais conservadores do Brasil, e que cabe a eles o papel de, nas próximas duas semanas, dialogar com os indecisos para assegurar a vitória de Lula.

“Somos as defensoras da democracia na terra de Anita Garibaldi. Aqui temos mulheres que resistem e promovem transformação social. Sabemos que algumas pessoas retornaram ao bolsonarismo, mas entenderam que essa postura não favorece o país”, ressaltou Janja, citando que o candidato a governador apoiado pelo presidente, Gelson Merísio (PSB), foi eleitor de Jair Bolsonaro em 2018.

“Dispomos de duas semanas para trabalhar pela vitória com diálogo. É fundamental conversar com aqueles que estão em dúvida ou desmotivados, principalmente os idosos, incentivando seu voto. Devemos atuar com conversa aberta e o time de Lula representa milhões de brasileiros, por isso precisamos entrar em ação.”

Janja também fez um convite especial às mulheres para participarem ativamente do debate político. Ela reforçou a importância de que os militantes iniciem diálogos de maneira clara e didática com quem ainda não decidiu seu voto.

“Não se trata de discutir de forma agressiva, mas de mostrar que compartilham as ideias do presidente Lula. Questione: ‘Você concorda que quem ganha mais deve contribuir com mais impostos?’ Converse com os jovens que votarão pela primeira vez, explique que a extrema-direita propõe tirar direitos, como o voto feminino, e que apoiam a escala de trabalho 7×0, enquanto defendemos a escala 6×1, que proporciona melhores condições para as famílias.”

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Petrobras lança primeiro navio com equipe 100% feminina

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A Petrobras realizou a cerimônia de batismo da embarcação Starnav Elektra no Píer Mauá. Este é o primeiro navio entregue dentro do Programa Mar Aberto, que tem como objetivo a renovação e ampliação da frota da empresa.

Construído no Estaleiro Detroit, em Itajaí (SC), o navio agora está designado para atuar nas plataformas das bacias petrolíferas brasileiras. O investimento nesta embarcação foi de R$ 450 milhões.

O Starnav Elektra é o primeiro navio fretado pelo Programa Mar Aberto e realizou sua navegação de Santa Catarina até o Rio de Janeiro contando com uma tripulação composta exclusivamente por mulheres, formada por 16 profissionais sob o comando da comandante Isabela Teixeira Ponce de Leon.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, ressaltou em 17 de junho que os aportes feitos na indústria naval e offshore promovem um novo ciclo de crescimento e criam oportunidades para o setor, ao mesmo tempo em que aumentam a rentabilidade da estatal.

“Estes projetos geram maior eficiência e retorno financeiro. Ao operarmos com nossa própria frota, reduzimos custos e valorizamos o portfólio da Petrobras”, afirmou. Ela também reforçou o compromisso da companhia com a atualização da frota, assegurando segurança e continuidade para a indústria nacional.

Eficiência e inovação

De acordo com a estratégia de transição energética da empresa, os novos PSV (Platform Supply Vessel) incorporam tecnologias avançadas para a geração e gestão de energia, como sistemas de baterias, monitoramento de consumo via telemetria e potencial para operação parcial com combustíveis renováveis futuramente.

Além disso, as embarcações contam com inovações em seus sistemas de pintura e equipamentos anti-incrustação, o que ajuda a diminuir o consumo de combustível e reduzir as emissões de gases poluentes, tornando a operação mais sustentável.

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Brasil

Liderança representa só 1,5% das vagas para pessoas com deficiência

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Apenas 1,5% das oportunidades oferecidas para pessoas com deficiência (PcDs) são para cargos técnicos e de liderança, revela estudo pioneiro da startup Egalite. A pesquisa analisou dados de 116 mil profissionais cadastrados e mais de 19 mil vagas disponíveis no portal Inclui PcD, iniciativa da própria startup focada em inclusão no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.

Grande parte das vagas disponíveis são para funções operacionais, que correspondem a 98,5% das posições oferecidas. Em contraste, 31% das candidaturas espontâneas desses profissionais são para cargos gerenciais e técnicos.

Embora o cenário ainda seja desafiador, a pesquisa evidencia progressos nas empresas que estão comprometidas com a inclusão e o desenvolvimento real desses colaboradores.

Metade das organizações presentes no portal Inclui PcD já oferta todas as suas vagas, abrangendo desde posições iniciais até cargos de liderança e especialistas, para pessoas com deficiência. Isso ultrapassa a obrigatoriedade legal de cotas.

Um dos fundadores da Egalite e embaixador e CEO da Rede Empresarial de Inclusão Social, Djalma Scartezini, destaca que a maioria das oportunidades para PcDs está em funções operacionais, principalmente porque o varejo, que é a base da pirâmide, oferece o maior número de vagas.

“Não há cargos de liderança na mesma proporção que vagas de entrada

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