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BNDES e Ministério dos Transportes fecham acordo para concessão de rodovias

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O ministro dos Transportes, George Santoro, e a diretora Socioambiental do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello, firmaram nesta quarta-feira (14) um acordo para organizar um projeto de concessão privado que abrange 3.137 km de rodovias federais, divididas em cinco trechos nos estados de Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

As rodovias incluídas no contrato são a BR-153 (Pará e Tocantins, com 775 km), BR-010 (Maranhão e Pará, com 678 km), BR-226 (Piauí, Maranhão e Tocantins, com 717 km), BR-116 (Ceará, Paraíba e Pernambuco, com 473 km), e BR-104 (Paraíba, Pernambuco e Alagoas, com 494 km).

Segundo o ministro, “Estamos iniciando mais um grande conjunto de projetos, com ampla participação do Matopiba, uma nova fronteira do agronegócio e da indústria no Brasil. Precisamos avaliar esses projetos para identificar quais têm viabilidade econômica para serem concedidos”.

A expectativa é que os projetos de concessão sejam finalizados até o final de 2030.

Tereza Campello ressaltou: “Temos uma parceria histórica com o Banco na organização de projetos para o Ministério dos Transportes e hoje avançamos para fortalecer a agenda de crescimento do nosso país”.

George Santoro destacou que a criação de uma carteira sólida e viável de projetos depende da formulação de soluções financeiras desenvolvidas pelo BNDES, que tornaram os projetos financeiramente viáveis e ampliaram sua escala. Entre as inovações estão mecanismos que minimizam impactos financeiros para as empresas, debêntures em fases e outros instrumentos para melhorar o financiamento das concessões.

Ele afirmou ainda: “Ao término deste governo, teremos realizado 29 leilões, um número recorde. Estamos focados em ter um portfólio estruturado de projetos para o Brasil que ofereça segurança para investidores. Nossos projetos estão alinhados às diretrizes da OCDE para sustentabilidade, atendendo às demandas internacionais. Nenhum outro país recebe tanta atenção em infraestrutura quanto o Brasil”.

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