Cidades
Unimed Recife inaugura nova unidade do LAB Uni na Madalena
A Unimed Recife inaugurou nesta terça-feira (29) uma nova unidade do LAB Uni localizada na Madalena, na Zona Norte do Recife. O espaço, situado na Avenida José Osório, tem como objetivo melhorar a rapidez e a exatidão na realização e entrega de exames clínicos.
Representando a Folha de Pernambuco no evento, esteve presente a coordenadora de Executivos Multimídia, Wilma Mota.
Expansão
Esta nova unidade faz parte da estrutura de serviços próprios da Unimed Recife, que já possui postos de atendimento em diversas regiões da Região Metropolitana do Recife (RMR). Atualmente, o LAB Uni está presente em outros quatro bairros da capital: Ilha do Leite, Boa Viagem, Casa Forte e Derby.
Segundo Henrique Guido, vice-presidente da Unimed Recife, “Até agora não havia atendimento da Unimed nesse bairro. Temos certeza que outras unidades como esta serão inauguradas futuramente. Nosso compromisso é cuidar das pessoas, e esse novo laboratório reforça isso.”
O laboratório oferece serviços de análise clínica para beneficiários, incluindo a coleta de exames e a disponibilização dos resultados, também por meios digitais. Esta expansão faz parte da rede de atendimento da cooperativa, que inclui hospitais, centros médicos e outras unidades de saúde.
Amanda Fernandes, gestora do laboratório da Unimed, afirmou: “Este projeto de expansão está alinhado com nosso planejamento estratégico para aumentar a presença do LAB Uni. Além da unidade da Madalena, estamos finalizando os preparativos para abrir uma unidade em Olinda.”
Para abrir a unidade da Madalena, a Unimed investiu aproximadamente R$ 900 mil, focando em conforto e tecnologia para oferecer a melhor experiência aos clientes, conforme reforça Amanda Fernandes. Existem planos também para ampliar o LAB Uni para outras localidades da Região Metropolitana, como Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe.
Certificação
Recentemente, a Unimed completou 55 anos de atuação e foi oficialmente reconhecida como membro do Núcleo de Empreendedorismo e Residência Digital (NERD). Essa certificação reforça seu compromisso com inovação, desenvolvimento de novas soluções e aproximação com talentos e organizações.
Atualmente, a cooperativa atende mais de 200 mil pacientes em seu plano de saúde, contando com mais de dois mil médicos cooperados distribuídos em 70 especialidades. Seus serviços estão espalhados entre unidades de urgência, emergência, centros laboratoriais, diagnósticos, terapias especiais, entre outros.
Cidades
Alunos de Vertentes produzem pavers com casca de castanha de caju e avançam em prêmio
Estudantes do 2º ano do Ensino Médio da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Gil Rodrigues, localizada em Vertentes, Agreste de Pernambuco, desenvolveram pavers utilizando a casca da castanha de caju. A intenção é oferecer uma alternativa mais leve e econômica para calçadas e áreas comunitárias. Esse trabalho foi selecionado entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição nacional do Solve for Tomorrow, programa de cidadania corporativa da Samsung, coordenado pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).
A premiação incentiva alunos e professores da rede pública a criarem soluções para desafios sociais por meio da abordagem STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
O projeto, denominado Pavers Sustentáveis a partir da Casca de Castanha de Caju, busca transformar um resíduo do processamento da castanha em matéria-prima para blocos de pavimentação. Além disso, valoriza as pessoas envolvidas na cadeia produtiva da castanha, composta principalmente por pequenos agricultores e trabalhadores locais.
João Paulo da Silva, professor orientador, explica que a região produz grande quantidade de castanha de caju, e o descarte inadequado da casca afeta o solo. Após visitas e diálogos com os trabalhadores do setor, perceberam um problema ambiental, mas também uma oportunidade de reutilização, o que motivou a criação do paver.
Objetivo
A equipe busca desenvolver e testar várias composições do material para encontrar uma formulação com resistência e aplicação apropriadas. Estudam ainda diferentes formatos, peso, estrutura e acabamento para criar um protótipo viável para pavimentação.
Uma inovação no processo é tentar produzir os blocos sem forno tradicional, utilizando a exposição à luz solar para simplificar a fabricação e reduzir a necessidade de equipamentos específicos.
O grupo planeja aplicar os primeiros protótipos em uma calçada da própria escola, tornando o aprendizado prático e conectado a desafios reais, como destaca João Paulo.
Impacto na comunidade
O projeto ampliou a visão dos alunos sobre os impactos ambientais do processamento da castanha em sua comunidade. Eles identificaram riscos relacionados aos resíduos e propuseram iniciativas para valorizar a produção local.
Entre as ações está a criação de uma sugestão de projeto de lei para apoiar pequenos produtores e estimular o suporte de entidades públicas.
Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, ressalta que o trabalho mostra como a inovação pode surgir de recursos locais para transformar problemas ambientais em oportunidades, refletindo o protagonismo que o Solve for Tomorrow busca incentivar.
Beatriz Cortes, diretora executiva do Cenpec, destaca que o projeto evidencia como a escola pública pode unir conhecimento, território e transformação digital, incentivando estudantes a se reconhecerem capazes de contribuir para as soluções dos desafios comunitários.
João Paulo da Silva ainda comenta que o programa estimula os alunos a ir além dos conceitos teóricos, aplicando conhecimentos, tomando decisões e enfrentando problemas complexos.
Andamento
Atualmente, a equipe realiza testes de resistência nos pavers e avalia os diferentes materiais desenvolvidos. Amostras foram enviadas para parceiros, como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para análises de eficiência e características do produto.
Cidades
Estudantes de Vertentes desenvolvem pavers com casca de castanha de caju e avançam para semifinal em concurso
Alunos do 2º ano do Ensino Médio da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Gil Rodrigues, localizada em Vertentes, no Agreste de Pernambuco, criaram pavers utilizando a casca da castanha de caju como matéria-prima. Essa iniciativa visa oferecer uma alternativa mais leve e econômica para a construção de calçadas e espaços comunitários. O projeto foi selecionado entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow, concurso promovido pela Samsung e coordenado pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).
Este prêmio estimula estudantes e professores da rede pública a encontrarem soluções para problemas sociais através da metodologia STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
Denominado ‘Pavers Sustentáveis a partir da Casca de Castanha de Caju’, o projeto transforma um resíduo gerado durante o processamento da castanha em um material útil para a fabricação de blocos de pavimentação, ao mesmo tempo que valoriza os produtores locais, principalmente pequenos agricultores e trabalhadores das comunidades.
João Paulo da Silva, professor orientador, destaca que “a região produz grande quantidade de castanha de caju, e o descarte da casca causa impacto ambiental. Ao dialogar com as comunidades envolvidas, identificamos um problema ambiental que pode ser convertido numa solução útil: a criação dos pavers”.
Objetivo do projeto
A equipe busca desenvolver e testar diferentes composições para o material, a fim de encontrar uma formulação com resistência e aplicabilidade adequadas. Além disso, os estudantes avaliam formatos, peso, estrutura e acabamento para criar protótipos úteis para a pavimentação.
Um diferencial é a possibilidade de fabricar os blocos sem forno tradicional, utilizando exposição à luz solar para o processo produtivo, simplificando a fabricação e reduzindo a necessidade de equipamentos específicos.
Os primeiros protótipos estão planejados para serem aplicados em uma calçada da escola.
João Paulo comenta: “ao enfrentar um problema real, os alunos aplicam conhecimentos de Química Ambiental, Física, Química e Matemática para calcular proporções e analisar gráficos, conectando teoria e prática”.
Impacto na comunidade
O projeto ampliou a visão dos estudantes sobre o impacto do processamento da castanha na comunidade. Durante visitas, identificaram desafios relacionados aos resíduos e planejam iniciativas para valorizar a produção local, incluindo uma proposta de projeto de lei para fortalecer a atividade dos pequenos produtores e estimular o apoio público.
Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, ressalta que o projeto mostra como a inovação pode surgir de recursos locais, transformando problemas ambientais em oportunidades.
Beatriz Cortes, diretora executiva do Cenpec, acredita que a iniciativa demonstra como a escola pública pode unir conhecimento, território e transformação digital, estimulando estudantes a reconhecerem seu protagonismo na solução de desafios comunitários.
Para o professor João Paulo, o programa incentiva os estudantes a irem além da teoria, enfrentando problemas reais, tomando decisões e superando obstáculos.
Ele destaca: “não esperava que chegaríamos a elaborar um projeto de lei, mas o programa nos inspirou a pensar criativamente. Os alunos ficaram mais independentes e conseguem articular o projeto superando desafios e adaptando-o à realidade local. É uma experiência desafiadora e enriquecedora”.
Etapas atuais
Atualmente, a equipe realiza testes para avaliar a resistência dos pavers e estuda os resultados das diferentes composições. Amostras foram enviadas a parceiros, como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para análises da eficiência e propriedades do material.
Cidades
Recursal do Recife condena Uber por perda de encomenda no Uber Flash
Uber do Brasil Tecnologia Ltda. foi condenada a indenizar um consumidor por danos materiais e morais após extravio de mercadorias no serviço Uber Flash. A decisão da 1ª Turma Justiça Eficiente do I Colégio Recursal do Recife confirmou a responsabilidade da empresa pelos problemas causados pelos motoristas parceiros.
Um empreendedor usou o aplicativo para entregar três camisas a um cliente, ao custo de R$ 449,90. No entanto, a entrega não foi realizada pelo motorista, que finalizou a corrida no app. O cliente registrou um Boletim de Ocorrência após não receber as mercadorias.
O processo revelou que a Uber reconheceu que o item estava com o motorista, cobrou taxa para devolução, mas depois encerrou o atendimento relatando que a entrega tinha sido feita ao porteiro. A empresa afirmou que atua somente como plataforma tecnológica, sem vínculo direto com os motoristas.
A ação inicial foi rejeitada por falta de nota fiscal, mas a Turma Recursal aceitou o recurso do consumidor, baseando-se no entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Código de Defesa do Consumidor.
O juiz relator Marcos Antonio Tenório destacou que a Uber integra a cadeia de consumo e responde pelas falhas causadas pelos motoristas na plataforma. Ele também ressaltou que falhas do sistema que permitem finalizar entregas sem confirmação são responsabilidade da empresa, não do consumidor.
Segundo o relator, a situação ultrapassa um simples transtorno: o cliente contratou um serviço, teve a mercadoria perdida, foi mal atendido e precisou recorrer à Justiça para assegurar seus direitos.
A Uber foi condenada a ressarcir R$ 449,90 por danos materiais e pagar R$ 3 mil por danos morais, ambos corrigidos, além de 10% de honorários advocatícios. A empresa não respondeu aos pedidos de esclarecimento até a publicação desta matéria.
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