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Cultura

Festiouros em Flores celebra 100 anos de Moacir Santos com muita música instrumental

O município de Flores, localizado no Sertão do Pajeú, será palco, no dia 25 de julho, do Festival Ouro Negro do Pajeú (Festi’Ouro), evento criado para homenagear os 100 anos do nascimento do pernambucano Moacir Santos (1926-2006).

Reconhecido como um dos compositores, maestros e arranjadores mais influentes do Brasil, Moacir Santos construiu uma trajetória musical que rompeu fronteiras. Sua obra percorreu desde os conjuntos filarmônicos do interior de Pernambuco até os estúdios de rádio do País, alcançando, posteriormente, o cenário internacional do jazz e das trilhas sonoras em Los Angeles, Estados Unidos.

O festival tem como objetivo transformar a região em um polo permanente de valorização da música instrumental brasileira, tendo a obra de Moacir Santos como ponto central.

Além de comemorar o centenário do maestro, a iniciativa visa fomentar a cultura local, estimular a economia criativa e fortalecer o turismo, promovendo a interação entre músicos do Pajeú e artistas de outras regiões de Pernambuco.

Organizado pela Prefeitura de Flores, através da Secretaria de Turismo e Eventos, com apoio da Rede éPAJEÚ, o evento conta com curadoria de Karina Zapata e Tiago Martins Rego, que também são responsáveis pela direção geral e de produção. A direção técnica está a cargo de Antonio Pinhêiro.

A programação inicia à tarde com atividades voltadas à memória e à formação cultural, incluindo uma feira de economia criativa, sessões de cinema dedicadas à trajetória de Moacir Santos e lançamentos de livros sobre o compositor.

No palco principal, músicos locais apresentam composições do homenageado. À noite, a programação reúne diferentes manifestações culturais do sertão, como a mesa de glosa conduzida pelo coletivo Mulheres de Repente, apresentações de poesia, aboios e shows instrumentais com artistas da região, incluindo Irlo Simões, Cacá Malaquias e Gilson Malaquias.

A programação é composta exclusivamente por atrações pernambucanas, com participação do Quarteto Tromboneando, da Zona da Mata Norte, e do multi-instrumentista Lucas dos Prazeres, do Recife, promovendo o intercâmbio musical entre interior e capital.

O evento encerra com uma homenagem coletiva ao centenário de Moacir Santos, com um ‘parabéns instrumental’ executado por artistas e amigos que fizeram parte da sua trajetória.

Programação do I Festi’Ouro

Tarde: Território, Cultura e Memória

  • 15h | Feira de Gastronomia e Produtos Criativos + Intervenção Visual de Artistas Locais
  • 15h – 16h | Flores toca Moacir Santos: Anderson Raniery (trompete), Amauri Silva (trompete), Felipe Silva (sax), Junior Batera (bateria) e Junior Mandu (trombone).
  • 16h – 17h | Lançamento de Livros + Bate-papo com Autores + Sessão de Autógrafos:
    • Livro “Rota Infinito: Moacir Santos e a composição autoral” (Prof. Sérgio Gaia).
    • Cordel “A Peleja do Menino Pobre que virou Maestro” (Geraldo Euclides).
  • 16h30 – 17h15 | Sessão de Cinema: Vida e Obra de Moacir Santos – Documentários sobre sua trajetória e universo musical.

Noite: Tradição, Reinvenção e Homenagens

  • 19h – 20h15 | Mesa de Glosa: Mulheres de Repente – Improvisação poética feminina sobre o legado de Moacir Santos.
  • 20h15 – 21h | Cacá Malaquias & Família homenageiam Petronilo Malaquias (Carnaíba).
  • 21h – 21h20 | Declamação de Poesias por Laura Martins, Mª Cecília e Elenildo Ferreira (Flores).
  • 21h20 – 22h | Quarteto Tromboneando e os Sons dos Canaviais (Zona da Mata Norte).
  • 22h – 22h20 | Aboios de Dayane Rocha (Tabira) e Jéssica Andrade (Flores).
  • 22h20 – 23h | Banda Umburana de Cheiro (Calumbi, Serra Talhada e Carnaíba).
  • 23h – 23h20 | Declamação do poema Cântico Negro em paralelo à vida de Moacir Santos por Luís Venerré.
  • 23h20 – 00h | Lucas dos Prazeres (Recife).
  • 00h – 00h20 | Homenagem coletiva ao centenário do Ouro Negro do Pajeú – entrega de placas a amigos de Flores e execução monumental de “Nanã”, obra-prima de Moacir Santos.

Serviço

I Festi’Ouro
Quando: 25 de julho (sábado), a partir das 15h
Onde: Praça Otoni Andrada – Centro – Flores (PE)
Entrada gratuita
Instagram: @prefeituradeflores

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Cultura

Festa de Halloween da Pabllo chega ao Recife em outubro no Classic Hall

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Pela primeira vez, o Halloween da Pabllo desembarca em Pernambuco, com uma apresentação marcada para o dia 23 de outubro no Classic Hall, localizado em Olinda.

Este evento faz parte da turnê nacional de 2026 da Pabllo Vittar, que traz como temática o “Circo dos Horrores”, apresentando cenários e figurinos especialmente criados para esta produção.

No Recife, o show contará com um repertório que inclui sucessos da carreira da artista, além de músicas do seu sétimo álbum de estúdio, “Lost In Lust”, que será lançado em 1º de outubro em todas as plataformas digitais.

A Festa

Iniciado em 2009 em São Paulo, o Halloween da Pabllo se transformou em turnê a partir de 2025. A passagem pelo Recife é a primeira no Nordeste, com outra apresentação programada para Natal, no dia 24 de outubro.

“Este ano será muito especial porque estou levando a festa para novas cidades pela primeira vez. Os shows coincidem com o lançamento do meu próximo álbum, e algumas músicas novas farão parte do setlist”, destaca Pabllo Vittar.

A organização da turnê é feita pela Opus Entretenimento e MTDRS.

O álbum “Lost In Lust”

Este novo trabalho de Pabllo Vittar foi produzido por profissionais da comunidade LGBTQIAPN+ e combina músicas em inglês e espanhol, explorando o pop, dance music e diversas vertentes da música eletrônica.

Duas músicas já foram divulgadas: “Rockstar”, com a participação da rapper porto-riquenha Villano Antillano, e “Body Type”, que conta com a colaboração da cantora Urias.

Informações do Evento

  • Data: Sexta-feira, 23 de outubro de 2026, a partir das 21h
  • Local: Classic Hall – Av. Gov. Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho, Olinda
  • Ingresso: A partir de R$ 130 pela plataforma Uhuu.com
  • Informações: @halloweendapabllo
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Cultura

Paolla Oliveira retorna ao carnaval como rainha de bateria da Imperatriz

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Paolla Oliveira foi anunciada nesta quarta-feira, 23, como a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense para o carnaval de 2027. Após cinco anos liderando a bateria da Grande Rio, ela deixou a escola de Duque de Caxias para assumir o prestigiado posto na agremiação localizada no bairro de Ramos, zona norte do Rio.

O anúncio foi feito nas redes sociais da atriz, que publicou um vídeo gravado na Marquês de Sapucaí. No vídeo, Paolla aparece diante de uma versão jovem de si mesma e fala sobre sua conexão com o carnaval.

“Quando eu era menina, imaginava como seria estar aqui. Às vezes, até dá medo escolher o que nos faz feliz. Há uma coragem em continuar se encantando com a vida”, disse ela. “Em assumir nossos desejos e deixar crescer o que sempre esteve dentro de nós, mesmo que isso mude nossos planos. Algumas coisas continuam despertando uma grande vontade de viver, mesmo após termos vivido tantas experiências. De novo. Eu pensei que fosse uma despedida, mas não sabia o quanto o carnaval ainda existia em mim. De novo.”

Na legenda da postagem, a atriz explicou que o retorno não fazia parte de seus planos, porém a distância a ajudou a perceber ainda mais a importância do carnaval em sua vida.

“Compartilho isso com vocês com o coração cheio. Voltar não estava nos meus planos, mas foi ao observar o carnaval de um pouco longe que reconheci o tamanho do meu amor por ele. Algumas coisas se misturam tanto com quem somos que permanecem, mesmo quando os planos mudam. O carnaval está no meu corpo, nas minhas memórias, na forma como sinto alegria”, afirmou.

“Como se despede completamente de algo que faz parte de nós? Fui muito feliz com tudo que vivi até aqui. E é emocionante perceber que, após tudo, ainda há essa vontade de viver mais. Sinto que este é mais um capítulo, cheio de descobertas e aprendizado”, completou.

Paolla também ressaltou o significado coletivo da festa e celebrou a chance de integrar a Imperatriz Leopoldinense. “Para mim, o carnaval representa isso: viver algo maior juntos. Uma celebração que tantas pessoas vêm construindo por gerações, que fala muito sobre nossa identidade. É emocionante participar dessa grande e bonita festa tão importante para nosso país, mais uma vez”, comentou.

“Agradeço o convite, Imperatriz! Estou muito honrada em chegar como rainha de bateria, animada para conhecer essa comunidade, estar com vocês e construir nossa história. Venho de coração aberto, com todo amor e respeito que essa oportunidade merece”, finalizou.

Paolla Oliveira se despediu da rainha de bateria da Grande Rio em 2025, depois de cinco anos comandando a bateria da escola. Na época, ela disse que precisava focar nas gravações da novela Vale Tudo, da TV Globo, onde interpretou Heleninha Roitman, e cuidar do pai diagnosticado com demência frontotemporal.

Ela foi substituída por Virginia Fonseca, que permaneceu no posto por um ano. Atualmente, a rainha de bateria da Grande Rio é Anitta. Na Imperatriz, a rainha de bateria em 2026 foi a cantora Iza.

Para o carnaval de 2027, a Imperatriz Leopoldinense prepara o enredo “A memória do rei e o sumiço de Dona Júlia”. A escola promete narrar a história de uma boneca desaparecida por mais de trinta anos.

“Vamos explorar uma história intrigante sobre uma boneca que ficou perdida por mais de três décadas”, anunciou a escola nas redes sociais.

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Cultura

Cine Maré apresenta filmes das periferias do Recife

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As obras do 3º Cine Maré estarão disponíveis para exibição no dia 10 de outubro, no Cinema São Luiz, situado no centro do Recife, com uma noite dedicada aos participantes do projeto.

Este encontro tem como objetivo apresentar, valorizar e premiar os criadores que fizeram parte desta experiência de formação e desenvolvimento cinematográfico. Para encerrar a programação, haverá uma after party gratuita no Umbral das Artes, celebrando com o brega funk de Shevchenko.

Nesta edição, o Cine Maré ofereceu uma imersão em roteiro, direção, fotografia e produção audiovisual, com a orientação de profissionais do setor. O projeto também contou novamente com a participação do roteirista João Henrique de Souza, criador do Mundo Bita e colaborador do Cine Maré.

É importante ressaltar que os filmes criados no laboratório foram exibidos em festivais pelo país, com um dos curtas recebendo prêmio no Festival de Cinema de Triunfo.

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