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Trump confunde Brasil com Índia ao elogiar rapidez da apuração eletrônica

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cometeu um equívoco ao comparar o Brasil à Índia ao destacar, no fim da noite de domingo, 4, a velocidade da contagem dos votos pelo sistema eletrônico de votação.

Donald Trump afirmou nas redes sociais: “125 milhões de pessoas votaram neste domingo no primeiro turno da eleição presidencial da Índia. Os resultados foram divulgados no MESMO DIA! Já em cidades como Detroit, Filadélfia, Califórnia e várias outras nos Estados Unidos, onde o número de votos é menor, a apuração demora semanas, com suspeitas de fraude, quero dizer, de cálculo. O processo eleitoral americano é CORRUPTO!”

Na realidade, não houve eleição na Índia neste domingo. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que 125 milhões dos 158,7 milhões de eleitores brasileiros compareceram às urnas.

A última eleição geral na Índia ocorreu em junho de 2024, envolvendo 642 milhões de eleitores. Apesar do uso de urnas eletrônicas, o resultado do pleito foi divulgado apenas após três dias.

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Duas pessoas morrem ao tentar atravessar o Canal da Mancha

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Na noite de domingo (4), dois homens faleceram na costa francesa durante a tentativa de travessia do Canal da Mancha rumo à Grã-Bretanha, enquanto duas mulheres ficaram gravemente feridas por queimaduras, conforme informações das autoridades francesas.

Os falecidos, migrantes com idades estimadas entre 30 e 40 anos, foram identificados pelas autoridades. As duas mulheres hospitalizadas sofreram queimaduras extensas pelo corpo.

O jornal regional La Voix du Nord explicou que as queimaduras ocorreram devido a uma reação química provocada pela mistura de gasolina com a água do mar.

A Promotoria de Boulogne-sur-Mer iniciou uma investigação para esclarecer as circunstâncias dessas mortes.

Este incidente eleva o número de migrantes que perderam a vida no mar na fronteira entre França e Reino Unido para pelo menos 24 desde o início do ano, de acordo com registros oficiais compilados pela AFP.

Na semana anterior, outra tentativa de passagem ilegal pelo Canal da Mancha resultou na morte de três indivíduos, inclusive uma criança, encontrados em uma embarcação superlotada nas proximidades da costa do Pas-de-Calais.

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Prêmio Nobel Medicina 2026: conheça os três ganhadores

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O Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2026 foi anunciado nesta segunda-feira, 5 de outubro, pela Assembleia Nobel do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia. Os laureados deste ano são os cientistas Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel, reconhecidos por suas pesquisas sobre canais iônicos regulados pela luz e pelo avanço da optogenética.

Karl Deisseroth

Natural dos Estados Unidos, Karl Deisseroth é psiquiatra, neurobiologista e engenheiro biomédico, atuando como professor na Universidade de Stanford. Ele desempenhou papel fundamental na aplicação da optogenética na neurociência, criando técnicas para controlar neurônios específicos por meio da luz. Essa abordagem revolucionou o entendimento dos circuitos cerebrais e suas ligações com doenças neurológicas e transtornos psiquiátricos. Além disso, Deisseroth é responsável pelo desenvolvimento do método CLARITY, que permite tornar os tecidos cerebrais transparentes para uma visualização detalhada das suas estruturas.

Peter Hegemann

Peter Hegemann, professor alemão de Biofísica Experimental na Universidade Humboldt de Berlim, contribuiu para desvendar o funcionamento das canalrodopsinas, proteínas sensíveis à luz. Essas proteínas foram essenciais para criar ferramentas que controlam a atividade celular através de estímulos luminosos, estabelecendo as bases da optogenética.

Georg Nagel

Georg Nagel, também da Alemanha e professor na Universidade de Würzburg, colaborou com Hegemann na descoberta e caracterização das canalrodopsinas. Seus experimentos demostraram como essas proteínas podem ser aplicadas para modificar a atividade elétrica de células animais e manipular neurônios.

A optogenética é uma técnica que integra genética e luz para ativar ou desativar células específicas com alta precisão. Essa tecnologia inovadora é crucial para explorar o funcionamento cerebral e entender como os circuitos neuronais influenciam o comportamento e o desenvolvimento de doenças.

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Nobel de Medicina 2026 premia avanços na optogenética

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O Prêmio Nobel de Medicina de 2026 foi concedido, nesta segunda-feira (5), ao psiquiatra e neurologista americano Karl Deisseroth e aos seus colegas alemães Peter Hegemann e Georg Nagel por suas contribuições no campo da optogenética.

Este método inovador possibilita demonstrar como as células nervosas influenciam as memórias, emoções e comportamentos no cérebro, conforme anunciado pelo Comitê do Nobel, que se reuniu em Estocolmo.

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