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Cultura

MasterChef Profissionais: conheça os participantes da nova temporada

A partir do dia 6 de outubro, às 22h30, estreia uma nova temporada do MasterChef Profissionais na Band. Nesta sexta edição, o programa traz nove ex-participantes que se destacaram em edições passadas, além de novos concorrentes anônimos. Os jurados Erick Jackin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça continuam avaliando os competidores.

Retornam ao reality:

  • Marcelo Verde: vice-campeão da primeira edição do programa, em 2016;
  • Irina Cordeiro: terceira colocada da temporada de 2017;
  • Lubyanka Baltar: quinta colocada em 2017;
  • Willian Peters: vice-campeão da edição de 2018;
  • Fernanda Oliveira: vice-campeã da nona temporada do MasterChef Brasil;
  • Hugo Merchan: vice-campeão da quinta temporada do MasterChef Brasil;
  • Léo Santos: participante da quarta temporada do MasterChef Brasil;
  • Léo Salles: campeão do MasterChef Confeitaria no ano passado;
  • Helena Furtado: competidora da oitava temporada do MasterChef Brasil.
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Cultura

Emilio Dantas interpreta cirurgião bipolar em Emergência 53

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Emilio Dantas embarca em uma nova aventura ao dar vida ao Dr. Pedro na série original do Globoplay, “Emergência 53”. O ator interpreta um cirurgião-geral que atua longe das estruturas tradicionais dos hospitais, sendo reconhecido por sua genialidade entre os colegas.

Cada chamada da Unidade 53 obriga Pedro a aplicar seu conhecimento em situações inesperadas, enquanto enfrenta uma vida pessoal complexa e cheia de desafios.

“O principal desafio de interpretar o Pedro é justamente o cenário inédito de uma série médica focada no atendimento externo ao hospital”, comenta.

Essa mudança de ambiente altera a narrativa tradicional das séries médicas, pois, sem os corredores e salas típicos, cada episódio traz novas situações que exigem decisões rápidas diante de circunstâncias fora de controle.

A série também explora o lado humano desses profissionais, mostrando seus desejos, conflitos e motivos para continuarem na profissão.

“A dinâmica de cada episódio é uma matemática nova, pois não há o ambiente seguro do hospital”, destaca.

No caso de Pedro, a trama se aprofunda além das emergências, revelando o diagnóstico de transtorno bipolar do médico, que nega sua condição e alterna entre fases de euforia e depressão, contrapondo sua genialidade ao desafio de lidar consigo mesmo.

Após um episódio que altera sua carreira na medicina privada, ele encontra na Unidade 53 uma oportunidade para retomar sua paixão pela medicina.

“Durante a temporada, buscamos mostrar esse contraste entre o talento do Pedro e as dificuldades que ele enfrenta para aceitar seu diagnóstico”, acrescenta.

Emilio também descobriu, ao preparar-se para o personagem, a entrega intensa que o atendimento de emergência exige, uma dedicação que pode ser desgastante fisicamente.

Uma particularidade do trabalho é que, após transferir o paciente para o hospital, a equipe segue o atendimento sem saber o desfecho, uma despedida que, segundo o ator, imprime uma relação profunda entre esses profissionais, o trabalho e a vida.

“Eles deixam o paciente e não sabem o que acontece depois – é quase uma experiência além da morte”, reflete.

“Emergência 53” se destaca também pela sua linguagem visual mais vibrante e dinâmica, com enquadramentos variados e cores mais intensas, diferindo do padrão visual tradicional dos dramas hospitalares.

Emilio Dantas valoriza essa característica: “A série tem uma paleta de cores viva e uma movimentação de câmera mais intensa, diferente do branco frio e vermelho do sangue dos hospitais”.

O ator se apaixonou pelo projeto desde a leitura do roteiro, que considera bem elaborado, mas foi a intensidade do mundo dos atendimentos de emergência que o conquistou: um espaço repleto de urgência, paixão e esforço, mas que cobra alto do profissional que se entrega completamente.

“É um lugar que inspira orgulho e paixão, porém pode destruir fisicamente quem se entrega demais”, conclui.

“Emergência 53” já está disponível para streaming na plataforma Globoplay.

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Cultura

Concurso Ler Bem chega à 16ª edição com estudante de Cupira como campeão

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O estudante Luiz Felipe Ribeiro Barros, de 9 anos, da Escola Municipal João Ayres Pequeno Nogueira, localizada em Cupira, no Agreste de Pernambuco, saiu vitorioso na última quinta-feira (17) no Concurso Ler Bem 2026.

A etapa final da 16ª edição aconteceu no auditório do Sindsprev-PE, no Recife, e contou com a participação de 15 alunos selecionados entre 41 finalistas de todo o estado. O evento tem como objetivo incentivar a leitura, a compreensão e a interpretação de textos.

O concurso é organizado pela Associação Pernambucana de Agentes de Distribuição (Aspa) e é direcionado a estudantes do 4º ano do ensino fundamental I da rede municipal.

Este ano, o projeto mobilizou mais de 185 mil alunos de 5.100 escolas municipais de Pernambuco e do Arquipélago de Fernando de Noronha, envolvendo estudantes, professores, gestores e familiares em torno da leitura.

Na fase decisiva, os participantes tiveram que ler e interpretar a obra “A Ilha do Tesouro”, de Robert Louis Stevenson. Luiz Felipe garantiu o primeiro lugar na competição.

A segunda colocação ficou com Ághata Maria Gonçalves de Oliveira, da Escola Municipal Professora Helena Lopes de Souza, em Granito, enquanto o terceiro lugar foi conquistado por Samuel Rithelly Lima da Silva, da Escola Municipal 5 de Julho, em Moreno.

Luiz Felipe destacou que a vitória é fruto de muito estudo e treino para o concurso.

“Estou muito feliz e grato a Deus por ter participado. A vitória não é só pelo prêmio, mas porque sei que treinei e me esforcei bastante para conquistar isso”, comentou o aluno.

A professora Sivone Soares, que acompanhou os treinamentos, revelou que o interesse do estudante pelo concurso surgiu há dois anos, quando ele assistiu colegas participando e decidiu que um dia venceria. Desde então, ele preferia ganhar livros a brinquedos.

Os três primeiros colocados receberam um notebook, um ano de acesso gratuito à plataforma Árvore, e hospedagem em resort no litoral pernambucano para eles e suas famílias, além dos professores responsáveis. Luiz Felipe ainda terá a hospedagem estendida para o gestor da escola e o secretário de Educação de Cupira. Outros 184 estudantes também foram premiados com tablets pela Aspa.

O presidente da ASPA, Inácio Miranda, ressaltou que o projeto vai além de uma competição, sendo uma oportunidade para cultivar o gosto pela leitura e ajudar no desenvolvimento da compreensão, expressão e pensamento crítico das crianças.

Desde seu início, o concurso já atendeu mais de 1,2 milhão de alunos em Pernambuco, promovendo atividades que ampliam o vocabulário, a interpretação e as habilidades de expressão dos estudantes.

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Cultura

Zara Larsson critica uso de música em vídeo da Casa Branca sobre deportações nos EUA

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Zara Larsson, cantora sueca, manifestou nesta quinta-feira (17) sua insatisfação com a Casa Branca por utilizar sua canção “Midnight Sun” em um vídeo no TikTok que mostrava agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) e outras forças policiais detendo e algemando imigrantes nos Estados Unidos. A legenda do vídeo era “never ending deportations” (deportações sem fim), trecho retirado da música.

Em um vídeo em suas redes sociais, Zara Larsson expressou tristeza pela associação da música às imagens, chamando o conteúdo de desumanizador. A artista destacou que as pessoas retratadas são reais e que muitos imigrantes trabalham arduamente buscando melhores condições de vida.

“Meu coração está pesado. Gostaria de poder conversar com quem criou aquele vídeo”, declarou Zara Larsson.

Zara Larsson também criticou a escolha da música “Midnight Sun”, que para ela fala sobre conexão com a natureza, o universo e com outras pessoas, considerando que seu uso nas imagens transmite uma mensagem de divisão. O áudio foi removido do vídeo da Casa Branca, porém o vídeo continua disponível na conta oficial.

Essa não é a primeira vez que Zara Larsson contesta o uso de suas canções pela administração do ex-presidente Donald Trump. Recentemente, a música “Lush Life” apareceu em uma postagem da Casa Branca mostrando o então presidente dançando, relacionada ao ICE e às deportações.

Outros artistas, incluindo Ariana Grande, Sabrina Carpenter e Olivia Rodrigo, também já criticaram o uso de suas músicas em conteúdos ligados à administração Trump.

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