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Esporte

John Kennedy sofre lesão grave no joelho e ficará fora até 2027

Além da derrota na Copa do Brasil contra o rival Vasco, o Fluminense enfrentou um sério problema em seu elenco durante a partida realizada na última quarta-feira, no Maracanã. O atacante John Kennedy sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito, que exigirá cirurgia e um afastamento estimado de até nove meses.

O clube informou: “O atacante John Kennedy teve uma lesão no Ligamento Cruzado Anterior do joelho direito durante a partida contra o Vasco. O procedimento terá cunho cirúrgico, e o atleta já iniciou a reabilitação pré-cirúrgica. Desejamos uma recuperação rápida e completa ao nosso ídolo.”

A lesão grave ocorreu aos 11 minutos do segundo tempo, quando o Vasco estava vencendo o Fluminense por 2 a 0, e a partida terminou 3 a 1. John Kennedy dominava a bola e sofreu uma entrada dura do lateral-direito Paulo Henrique, que veio por trás.

No momento do choque, parecia apenas um contato forte, mesmo por trás, e o atacante tentou retornar ao jogo após receber atendimento médico, mas a dor intensa o fez cair e ser substituído imediatamente.

O artilheiro da equipe na temporada, com 14 gols, deixou o estádio emocionado e com a perna imobilizada. Exames aprofundados confirmaram a gravidade da lesão, cuja recuperação pode levar até nove meses.

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Esporte

Morre Edson Nogueira, ex-presidente da FPFS e do Santa Cruz, aos 82 anos

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Na última sexta-feira (7), faleceu Edson Domingues Nogueira, ex-presidente da Federação Pernambucana de Futsal (FPFS) e do Santa Cruz, reconhecido como um dos dirigentes mais influentes na história do futsal em Pernambuco. A causa do seu falecimento não foi divulgada.

O velório será realizado no sábado (8), a partir das 8h, no Cemitério Morada da Paz, localizado em Paulista. O sepultamento está marcado para as 10h, no mesmo local.

Edson dedicou grande parte de sua vida ao desenvolvimento do futsal no estado, desempenhando papel importante no fortalecimento da Federação Pernambucana de Futsal, fundada em 1962 e responsável por organizar as principais competições da modalidade no estado.

Presidência no Santa Cruz

Edson Nogueira também teve participação destacada como presidente do Santa Cruz entre os anos de 2007 e 2008, após vencer uma eleição marcante. O clube expressou solidariedade aos familiares e amigos do dirigente através de suas redes sociais, desejando-lhes força e conforto neste momento difícil.

Seu mandato coincidiu com um período conturbado para o clube, que enfrentava sérias dificuldades financeiras e sofreu rebaixamentos consecutivos na Série B em 2007 e Série C em 2008.

Legado e homenagens

A Federação Pernambucana de Futsal lamentou profundamente a perda e enalteceu a contribuição de Edson para o esporte local. A Federação Pernambucana de Futebol destacou que ele teve papel relevante no crescimento das modalidades esportivas, deixando um legado de dedicação e compromisso.

O Náutico também manifestou suas condolências, reafirmando o respeito e admiração por Edson, que deixou sua marca no esporte regional.

Amizades e trajetória

Mirinda, ex-presidente do Santa Cruz na década de 1990, recordou a longa amizade com Edson, que começou em 1968 quando ambos atuavam no futsal. Durante sua gestão, Mirinda convidou Edson para trabalhar no clube como gestor de futebol, sendo vitais para o título estadual daquele ano.

Mirinda destacou a importância de Edson como colaborador próximo e treinador, afirmando que as conquistas alcançadas foram resultado do trabalho conjunto e da dedicação de ambos.

José Neves Filho, presidente do Santa Cruz em três ocasiões e amigo de longa data de Edson, relembrou o jeito alegre e brincalhão do ex-dirigente, afirmando que ele sempre foi uma pessoa simpática e apaixonada pelo Santa Cruz.

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Esporte

Família celebra primeira medalha paralímpica do Brasil

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O Brasil finalizou a Paralimpíada de Paris, na França, em 2024, figurando entre as cinco maiores potências do esporte adaptado pela primeira vez.

Até hoje, o país conquistou 462 medalhas no maior evento paradesportivo mundial.

A jornada começou há 50 anos, quando Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa garantiram a primeira medalha do Brasil, a prata no lawn bowls, uma modalidade que não existe mais, parecida com a bocha, embora o termo em inglês signifique literalmente “boliche de gramado”.

As medalhas foram exibidas no Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, em 6 de agosto.

Essa data tem grande significado. Foi exatamente em 6 de agosto de 1976, em Toronto, no Canadá, que Robson e Luiz Carlos iniciaram as conquistas brasileiras nas Paralimpíadas.

“É um resgate de uma história pouco conhecida. Se hoje temos tudo isso no esporte paralímpico, com transmissão na TV e entrevistas, é porque alguém no passado batalhou para isso acontecer”, ressaltou Noêmia Almeida, sobrinha de Robson, à reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Robson foi como um pai para Noêmia e acompanhou de perto a trajetória do tio, fundador do Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro, em 1958.

Robson, que faleceu em 1987, criou o clube para apoiar pessoas com deficiência sem recursos para tratamento, usando a indenização do acidente que sofreu aos 42 anos e que o deixou paraplégico, durante trabalho numa fábrica de papel nos Estados Unidos.

“Naquela época não havia apoio como hoje. O esporte paralímpico ainda não era política pública, então ele batia nas portas de deputados e autoridades para conseguir ajuda com uniformes e passagens para representar o Brasil lá fora”, contou Noêmia.

Luiz Carlos foi um dos assistidos pelo Clube do Otimismo, onde criou uma forte amizade com Robson. Conhecido como “Curtinho”, hoje ele tem 79 anos e está com Alzheimer.

“Eles formavam uma dupla imbatível no esporte. Quando surgiram os primeiros times de basquete em cadeira de rodas, Robson se destacou como o primeiro cestinha brasileiro, e Luiz Carlos estava sempre ao seu lado, dando suporte técnico para manter as cadeiras em competições internacionais”, recordou Paulo Robson de Almeida, sobrinho de Robson, em entrevista à EBC.

No Jogos de Toronto, a dupla competiu no basquete em cadeira de rodas e também foi convidada para participar do lawn bowls, que permitia a participação em mais de uma modalidade.

No Etobicoke Lawn Bowling Club, conquistaram o segundo lugar, ficando atrás da dupla australiana formada por Eric Magennis e Bruce Thwaite. O pódio foi completado pelos britânicos David Avis e Michael McCreadie.

Robson tinha experiência no boliche tradicional e fazia muitos strikes, por isso tinha habilidade para controlar a bola. Já Luiz Carlos foi um iniciante”, contou Paulo Robson.

A história do esporte paralímpico no Brasil mudou muito após a medalha de 1976. O Comitê Paralímpico Brasileiro foi fundado em 1995 e três anos depois passou a fazer parte do Sistema Nacional do Desporto pela Lei Pelé.

Essa inclusão possibilitou o acesso a recursos públicos via Lei Agnelo Piva, que dedica parte das loterias federais ao financiamento do esporte, sendo 15% desse valor destinado ao paradesporto.

Em 2016, foi inaugurado o Centro de Treinamento Paralímpico, legado dos Jogos do Rio de Janeiro, como uma das principais instalações esportivas do país.

Além de fortalecer os resultados do Brasil em Paralimpíadas, o centro oferece iniciação esportiva gratuita a jovens de 7 a 17 anos com deficiências visual, física e intelectual, formando novos atletas em modalidades adaptadas.

Robson batalhava para que as empresas contratassem pessoas com deficiência, promovendo uma política de inclusão e valorizando suas capacidades. Ele foi nosso exemplo de coragem, e o esporte é a consequência disso. Hoje celebramos a realização de um sonho, que é a luta de todos nós”, finalizou Noêmia.

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Esporte

Bia Haddad Maia para temporariamente a carreira no tênis

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A destacada tenista brasileira Bia Haddad Maia anunciou uma interrupção temporária em sua carreira esportiva. Em um vídeo compartilhado em suas redes sociais, ela comunicou que não participará de competições no segundo semestre do ano.

“Tenho refletido bastante sobre essa decisão nos últimos meses. Minha relação com o tênis tem sido desafiadora. Gostaria de compartilhar isso com todos vocês”, declarou Bia, expressando também sua gratidão pelo suporte recebido de sua equipe, familiares, fãs e patrocinadores.

“Este é um período, na verdade uma pausa breve. Estou ansiosa para aprender e explorar novas experiências. Muitas vezes, as decisões parecem fáceis externamente, mas na realidade são muito complexas internamente. Enfrentei uma luta interna contra fatores externos. Realizei mudanças, tomei novas direções e agora chegou o momento de fazer essa pausa”, refletiu a atleta.

Segundo as normas da WTA, Bia Haddad Maia terá direito a manter seu ranking protegido por um período de seis meses a partir do momento em que anunciou a pausa. Isso permitirá que ela utilize essa classificação para participar de torneios quando retornar às competições.

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